A verdade Sobre o Carnaval
Texto Adaptado de : A Origem do Carnaval - Por Pra Ângela Valadão, IBL
Devemos pensar no significado dessa festa popular de proporções nacionais, que atrai turistas estrangeiros e deixa estragos terríveis.
São três dias de folia, e ao final: ruas e praças sujas e malcheirosas,um aumento em mortes e mutilações irreversíveis por acidentes de trânsito, assaltos, grande número de homicídios por brigas, registros de delitos, vários por uso de álcool e drogas por adolescentes, jovens, adultos... Quantas moças perdem sua virgindade na loucura da aprovação dessa Libertinagem, quantas crianças roubadas de sua inocência e pureza... Quanta violência... Quanta loucura em nome do prazer. Um prazer transitório, que não é completo,que não satisfaz as necessidades humanas, pelo contrário, apenas aumenta sua solidão, seu infortúnio, suas frustrações, e traz o peso da culpa...
Se o Carnaval somente traz perdição, um relatório negativo ao fim de três dias de selvageria e perda do pudor e da vergonha, por que o homem do século XXI ainda pensa em “curtir” esta maldita festa?
Vale a pena estudar a origem do Carnaval, analisar o que sucede nesse tempo e ver como o plano das trevas se estabelece para destruir famílias e vidas preciosas.
Tomemos o que as enciclopédias nos dizem a esse respeito: “O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança; comumente mantida nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.
Carnaval, provavelmente, vem da palavra latina “carnelevarium” (ou “eliminação da carne”), tipicamente começa no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de janeiro, e termina em fevereiro com a Mardi Gras (terça-feira gorda) na terça-feira da penitência”. (The Grolier Multimedia Encyclopedia).
O Carnaval era comemorado por pessoas que se diziam cristãs séculos atrás. Foi instituído para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes do jejum de 40 dias proclamado antes da Páscoa (Quaresma), de acordo com o calendário católico romano. Como a Páscoa judaica tem um dia fixo (14 do mês de abib), sendo o seu calendário lunar, diferente do que usamos no ocidente (que é solar), então essa festa muda de data a cada ano. Sabemos que nas igrejas cristãs há pessoas não-convertidas, e, estas desejam muito “curtir o mundo” com os seus prazeres, e o que fazem? Elas trazem o mundo para dentro da igreja. Foi assim em séculos passados, e continua acontecendo hoje, diante de nossos olhos... A Palavra de Deus nos mostra que o cristão é separado do mundo. Fomos chamados à santidade. “Sede santos porque, eu, o Senhor vosso Deus, sou
santo” (1 Pedro1.15-16 ). Esta é a ordem do Senhor desde o Antigo Testamento até o Estabelecimento físico do reino de Deus na Terra, e sua orientação através dos apóstolos.
Comemorar a Páscoa é louvável, é uma festa bíblica. É a lembrança da saída do povo de Israel do Egito, com a morte dos primogênitos dos egípcios e o livramento de Deus para o seu povo através do sangue do cordeiro passado nos umbrais e nas vergas das portas das casas dos hebreus. Entretanto, o inimigo que semeia o joio no meio do trigo, trouxe uma comemoração absurda para um tempo de lembrança de salvação pelo Cordeiro de Deus, Jesus.
É deste modo que satanás age: confundindo as mentes que não têm conhecimento das Escrituras com “alimento para a carne”, isto é, dando às pessoas o que elas gostam em sua natureza pecaminosa...
A Enciclopédia continua dizendo: “Provavelmente originário dos “Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã”, o primeiro Carnaval de que se tem notícia, teve origem na Festa de Osíris, no Egito. O evento marcava o recuo das águas do Nilo. Os carnavais alcançaram um pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto da Bacchanalia Romana e a Saturnalia”. (Enciclopédia Mirador).
“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC” (Grolier Enciclopédia).
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| Prefeito do Rio entregando as chaves da cidade para o Rei Momo |
A sua origem, portanto, é pecaminosa, pois foi inspirada em festas pagãs. Quanto ao chamado Rei Momo, lemos: “Figura mitológica, filho do sono e da noite, era considerado deus pelos antigos, com alçada no campo das burlas e censuras. Em sua representação simbólica, com uma das mãos levanta a máscara e a segura, com a outra, uma espécie de cetro que termina por uma cabeça grotesca - a da loucura. Para os carnavalescos, tal divindade materializa-se na pessoa de um rei, que impera sobre a folia com o espírito compreensivo de uma potestade despida de preconceitos e disposta a aplicar seu mando entre cantos alegres, danças e folguedos. Rei Momo I e Único é a figura suprema da corte carnavelesca carioca. Financiado pelos cofres públicos, comparece a desfiles e bailes, lança proclamações, em que proscreve aborrecimentos e tristezas, peregrina por bairros e subúrbios distribuindo graças, e, passado o Carnaval, desaparece, retornando daí um ano, para o reinício pontual do seu reinado” (Enciclopédia Mirador).
Esta descrição é muito clara a respeito das realidades espirituais que envolvem o Carnaval e suas consequências. Ao mostrar a entidade do Carnaval como “filho do sono e da noite”, temos a figura mitológica simbolizando o entorpecimento da mente das pessoas que se entregam às orgias desta festa mundana e maligna. Desta forma, as pessoas não conseguem enxergar o que estão fazendo e a quem estão entregando suas vidas, saúde, família, filhos, dignidade... Pode-se observar nesses dias uma mudança na personalidade das pessoas, parecendo sair de si mesmas e encarnar figuras (morte, sexo oposto, demônios, monstros) às quais darão legalidade para operar em suas vidas e famílias. É uma festa das trevas, da noite. É satanás quem reina com seus demônios nesse tempo.
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| Operadores da Bolsa de Valores de Frankfurt usando fantasias de Carnaval. |
Todo o ritual carnavalesco é revestido de significado espiritual, mostrando as trevas dominando as mentes humanas: leva as pessoas a uma insana postura, perdendo a dignidade e valores inegociáveis (a família, a saúde, a própria vida), trocando-os por morte, tristezas, culpa e sofrimento.
A Bíblia nos fala que “o mundo jaz no maligno”. E todo o propósito das trevas é “roubar, matar e destruir”. Para executar os seus intentos, a mente dos homens precisa estar entorpecida, sem censura, na tola sensação de que não haverá culpa ou cobrança posterior por seus atos. E a morte e a destruição de vidas, famílias, lares, pureza, sonhos acontece. A Bíblia nos alerta sobre os perigos da licensiosidade sobre a bebida alcoólica, a prostituição, as orgias e pecados da carne: “Não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” (Gl 5.19-21.) Portanto, querido irmão, neste tempo do Carnaval, assuma mesmo a sua posição de verdadeiro cristão: não compactue com a carne assistindo a desfiles e programações pecaminosas, ao contrário, use esse tempo para orar, adorar ao Senhor em família, pregar a Palavra com os grupos de evangelismo da igreja. Participe das programações da igreja, convide parentes e amigos para conhecerem a Cristo. Ore para que nas cidades brasileiras onde ainda o Carnaval é forte, que o Reino do Príncipe da Paz, Jesus, seja implantado, trazendo o perdão, a paz e a verdadeira alegria. Anuncie as boas-novas nesse tempo e semeie a boa semente.
Ore para que esta festa maldita se seque e acabe em todo o Brasil, e experimentemos o avivamento em nossas ruas e praças nesse tempo profético que antecede a volta de Jesus.





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